sábado, 26 de novembro de 2011

História

Os Smurfs são pequenas criaturas azuis (do tamanho de três maçãs,) que vivem em casas-cogumelo em uma aldeia no meio da floresta. Sempre à espreita para pegá-los, e sugar a essência-smurf, está o mago Gargamel, acompanhado de seu “fiel escudeiro”, o gato Cruel.


Não vá para o cinema esperando um clássico, e nem mesmo uma história à altura da simpatia e fofura dos Smurfs, mas o filme tem seus momentos, e sem dúvida agrada muito mais às crianças do que aos adultos,ao contrário do que costuma acontecer com os filmes infantis mais recentes, como os da Pixar. Mesmo aqueles que, assim como eu, vão ao cinema esperando smurfar uma sessão nostalgia, vão achar Os Smurfs um filme um tanto quanto… smurfante!




Na história, ao fugir de Gargamel (Hank Azaria), cinco dos 99 smurfs e a Smurfette atravessa um portal mágico e vão parar na frenética New York, onde acabam caindo no apartamento de Patrick (Neil Patrick Harris, muito mais simpático do que o Barney de How I Met Your Mother) e Grace (Jayma Mays, a obcecada professora de Glee), que têm que ajudar os pequeninos a se livrar de Gargamel e Cruel, e no meio do caminho aprender uma importante lição sobre a vida.


A trama não é nenhuma novidade, é smurfada de clichês, e tem alguns momentos realmente irritantes. Por exemplo, o fato de 90% das palavras usadas pelos Smurfs ser… “smurf”, usada nos mais variados contextos (como você deve ter se irritado enquanto lia este texto até aqui), ou a música-tema das criaturas, entoada inúmeras vezes durante o longa. Aliás, os dois fatos são ironizados dentro do próprio filme. Mas para mim, a parte mais irritante é a presença de Gargamel, que aqui virou um vilão extremamente caricato, com piadas bobas e que definitivamente não funcionam bem (esconda-se debaixo da poltrona quando ele resolve “se aliviar” em um balde de gelo em um restaurante). Alguns sorrisos ainda surgem da relação de Gargamel com o gato (totalmente criado digitalmente, mas eu juro que fiquei em dúvida) Cruel.

















































Smurfs, muito Smurfs

La La La La La La/ Sing a Happy Song/  La La La La La La/ Smurf the Whole Day Long/*Dance*/ Next Time You're Feeling Blue/ Just let a Smile Begin/ Happy Things Will Come to You/ So Smurf Yourself a Grin/ La La La La La La/ Now You Know the Tune/ La La La La La La/You'll Be Smurfin' Soon.
Essa musiquinha, Smurf Happy Song é irritante, mas é muito bonitinha. É o símbolo desses seres azuis que estão de volta, agora na telona. Não resisti, fui ver os Smurfs e me encantei. O filme é muito legal. Mas, não é um filme para crianças, apesar de a sessão em que fui estar lotada delas. Quem mais riu no filme foram os adultos, a maioria na faixa dos 20, 30 e poucos anos e que assistiram os Smurfs na infância/adolescência, nos longínquos anos 1980.
Fui ver os Smurfs exatamente por isso. É um dos desenhos animados mais famosos dos anos 1980. Nasci em 83, e vivi parte da infância nos anos 1980 e parte nos 1990. E lembro muito de vários desenhos. Smurfs não era o meu preferido, mas estava entre os que eu mais gostava.
O roteiro tem muitas referências na cultura pop, no uso da internet, informática, Blue Man, Marlyn Monroe, coisas que as crianças pequenas ainda não entendem. O filme é divertido e muito bonitinho. A mensagem central é a importância da família. Os Smurfs são perseguidos pelo Gargamel, vão parar em Nova Iorque e o Papai Smurf faz de tudo para salvar seus filhos e também a Smurfette. Ao mesmo tempo, o humano que os ajuda aprende com o Papai Smurf como ser pai. 

Smurfs para ler

Livros de histórias dos personagens estão disponíveis em todo Brasil

O filme “Os Smurfs” estreou nas salas de cinema brasileiras como líder de bilheteria, acumulando quase um milhão de espectadores na estreia, no início do mês de agosto. No entanto, os personagens azuis não invadiram apenas as telas de cinema, mas também as livrarias. Versões da história apresentada no filme adaptadas a diferentes faixas etárias já podem ser encontradas em diversas redes de livrarias de todo o país. Ao todo são cinco obras, licenciadas pela editora Vale das Letras, de Blumenau (SC).
Os Smurfs – Livro do Filme é uma adaptação do longa, contando a história completa de quando os seres azuis embarcam em um novo universo e chegam a Nova Iorque, seguidos de Gargamel e do gato Cruel. A versão de 174 páginas é indicada para aqueles que já leem com fluência.
Para os menores, outros dois títulos contam a história resumida: A Grande Aventura dos Smurfs e O Poderoso Gargamel. Com 24 páginas, ricas ilustrações e uma fonte agradável para quem está iniciando no mundo das letras, as obras trazem duas histórias diferentes relacionadas ao filme. Direcionadas às crianças que ainda não aprenderam a ler, as duas outras obras lançadas pela Vale das Letras são livros de atividades e com cenas para colorir.

Sinopses

Os Smurfs – Livro do Filme - É a noite do Festival da Lua Azul, o dia mais smurf do ano. Todos estão animados para a celebração. Mas a mágica Lua Azul faz abrir um portal e os Smurfs acabam caindo nele! Os pequenos seres azuis embarcam num estranho novo universo, assim como Gargamel e o seu desprezível gato, Cruel. Por sorte, os Smurfs encontram os bondosos Winslows que os ajudam a se manterem seguros na grande cidade de Nova Iorque. Será que Papai Smurf conseguirá smurfar uma Lua Azul e levar os Smurfs para casa antes que Gargamel coloque suas mãos neles? Descubra a resposta nesta hilária smurfistória!


Os Smurfs – O Poderoso Gargamel– Sintam o incrível poder que está em mim, Gargamel! Bem, eu não sou tão poderoso… ainda! Primeiro eu preciso achar os Smurfs e capturar a sua essência azul mágica para que eu possa me tornar o mago mais poderoso do mundo. Ajude-me a encontrar os meus pequenos inimigos azuis nesta fabulosa aventura.


Os Smurfs – A Grande Aventura dos Smurfs - Era a noite mais smurf do ano, o Festival da Lua Azul. Todos na Vila dos Smurfs estavam animados. Mas assim que a Lua começou a subir no céu, Gargamel, o malvado feiticeiro, apareceu! Os Smurfs fugiram e, através de um portal mágico, chegaram a um mundo que eles nunca tinham visto antes. Será que os Smurfs conseguirão, neste mundo estranho, smurfar uma Lua Azul para enviá-los de volta para a sua aldeia, antes que Gargamel os aprisione?


Os Smurfs – Aventura em Nova Iorque– Saia em uma aventura com os Smurfs na cidade de Nova Iorque, enquanto eles escapam da fúria de Gargamel.


Assistir a “Os Smurfs” provoca imediatas associações com três filmes bem distintos. O primeiro deles é “Encantada”, a produção daDisney que levou para os cinemas uma versão moderna dos tradicionais contos das frágeis princesas. As propostas iniciais são semelhantes: ambas as histórias exibem uma invasão repentina e mágica de seres animados a Nova York. O relativo sucesso do longa de 2007, porém, descredencia a  mais nova película da Sony Pictures Animations. Sem a inocência irônica de Giselle e companhia, além de trazer um humor feito exclusivamente para as crianças, a trama dos bichinhos azuis criados em 1958 mais parece trabalho feito para ser exibido na programação da tarde das redes de televisão.
Já o recém-lançado “O Ursinho Pooh” mostra aonde a versão cinematográfica dos smurfs deveria permanecer: em sua vila rodeada por flores e casas de cogumelo, com mais graciosidade e fidelidade ao desenho original. Fazer os personagens animados adentrar um mundo live action é uma escolha de difícil realização, que raramente atinge nível de qualidade satisfatório. Aí, então, entra a última obra que serve de comparação: a franquia “Alvin e os Esquilos”. A futura trilogia (sim, vem mais tortura para as telonas) é o parâmetro mais adequado para enquadrar “Os Smurfs”. Tratam-se de dois longas de intenções narrativas semelhantes e, evidentemente, medíocres em seus resultados, apesar de a trupe liderada por Papai Smurf ter momentos de superioridade sob os roedores que adoram cantar e dançar.























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